about being aboutCOM #4: Alinhado com a estratégia, sempre. Engessado, nunca

Por editorial aboutCOM

Na quarta parte de uma série de vídeos, Flavia Sobral Faccioni fala sobre os planos de comunicação em multinacionais

Contar com uma estratégia de comunicação é importante para o sucesso dos negócios, mas há alguns desafios quando se fala de companhias multinacionais. Um deles, é que muitas vezes a estratégia vem top-down (de cima para baixo), ou seja, as informações devem ser usadas da maneira que foram estruturadas na sede da companhia, com releases apenas para serem traduzidos.

Porém, o plano de relações públicas que funciona nos Estados Unidos, por exemplo, não necessariamente vai surtir o mesmo resultado no Brasil. “A estratégia vem top-down, mas quem tem o conhecimento é quem está no local que a informação vai ser divulgada”, explica Flavia Sobral Faccioni, fundadora da aboutCOM. Segundo ela, é essencial que a equipe local tenha a liberdade de analisar o que funciona ou não e, se precisar, mudar o plano. “Tudo tem de ser conversado em comunicação. Tudo tem de ser alinhado com o cliente”, completa.

Não perca, nos próximos meses, os dois últimos vídeos da série.

Saiba mais:
about being aboutCOM #3: os tão esperados KPIs
about being aboutCOM #2: informação não é diferencial
about being aboutCOM #1: como tudo começou

O que é notícia: 3 pilares da informação relevante

Por Editorial aboutCOM

Colocar-se no lugar do leitor e estar a par das tendências de mercado são dois deles; uma estratégia bem consolidada de comunicação auxilia nesse processo

Um dos principais objetivos de uma empresa ao contratar o trabalho de uma assessoria de imprensa é sair na mídia, consolidando sua marca como referência em um determinado assunto. Mas, com todas as mudanças que vêm acontecendo no jornalismo – no Brasil e no mundo – é importante repensar: o que agora é notícia dentro da minha empresa?

A notícia é a matéria-prima do jornalismo, e o que torna uma simples informação um dado noticiável é sua relevância para o conjunto de pessoas que tem acesso à determinada mídia. Mas, em um cenário no qual a informação é um bem público, como o que vivemos hoje, essa análise fica um pouco mais difícil, mas nunca impossível. Com uma estratégia bem consolidada de comunicação, há como encontrar nas empresas os fatos que podem ser publicados e gerar interesse.

Veja, a seguir, algumas dicas que podem ajudar nesta busca pela informação relevante:

1. Pergunte-se se gostaria de ler sobre o assunto no veículo que tem acesso e por quê
Estar na mídia simplesmente por estar, não faz sentido nenhum. A sua companhia precisa usar a assessoria de imprensa e a comunicação como forma de vender mais e atrair mais clientes. Portanto, tente se colocar no lugar do leitor e entender o que faria você ir atrás da sua empresa.

2. Lançar um produto X contar uma história
Diversas empresas no mundo lançam produtos todos os dias. Tente ir além do lançamento de um item e conte a história que está por trás da criação. Às vezes, a notícia é o motivo do lançando, não o produto em si.

3. Onde está o “pulo-do-gato”?
Fique atento às informações que só a sua companhia possui. Ou seja, mais do que vender um produto ou serviço, você sabe por que algo vende mais ou menos. Isso inclui analisar o mercado e estar atento às tendências para saber, por exemplo, porque as pessoas deixaram de buscar uma determinada marca ou solução. A informação e a experiência exclusivas (e noticiáveis) podem estar aí.

Saiba mais:
O que é preciso para ‘vender’ uma matéria?
about being aboutCOM #2: informação não é diferencial
A tecnologia pode substituir o trabalho do assessor de imprensa?

Imagem: Pixabay

A tecnologia pode substituir o trabalho do assessor de imprensa?

por Flavia Sobral Faccioni

Com polêmicas envolvendo ferramentas que garantem resultados em comunicação sem o apoio de jornalistas e assessores, papel das agências vem à tona – que é o atuar como uma consultoria

Que a comunicação é um fator essencial para a construção da imagem de uma empresa no mercado, ninguém discute. É por meio dela, por exemplo, que as pessoas decidem comprar ou não de uma marca ou frequentar um estabelecimento. Já falamos por aqui da importância da assessoria de imprensa na elaboração de uma estratégia de comunicação eficaz que, realmente, atinja o público-alvo. Mas, uma questão tem povoado os grupos de discussão entre assessores de imprensa e jornalistas há algum tempo: o que, de fato, faz com que a matéria tenha relevância e traga resultado para a empresa?

Ano passado, houve uma grande discussão sobre ferramentas que garantem resultados de comunicação sem o trabalho de assessores e jornalistas. Na ocasião, o CEO de uma empresa fornecedora de uma destas tecnologias comentou que “o empresário poderia abrir mão de uma assessoria de imprensa – por ser um serviço caro – para se promover diante da mídia por meio da ferramenta” que, nada mais é, do que um modelo de automatização de releases. Ou seja, em vez de o profissional de comunicação produzir o release para enviar aos jornalistas, preenche um formulário com o texto que quer ver publicado e direciona ao segmento que preferir. O que acontece é que a notícia não sai, de fato, no veículo escolhido.

Em determinado momento das discussões, foi mencionado que as matérias vinham na busca do Google – o tão esperado SEO – e isso poderia ser bom. Mas fica a pergunta: é isso que sua empresa quer ou o objetivo é ser conhecida no mercado como uma fonte confiável de informação e bons serviços? Pela ferramenta do exemplo, o buscador direciona o leitor para uma “página” da mídia, mas ao final da matéria há uma mensagem clara: “este conteúdo de divulgação comercial é fornecido pela empresa XXX e não é de responsabilidade de nomedamídia.com”. E, se o leitor buscar no portal de notícias daquela mídia, não achará a matéria.

Mas esse alerta ao desavisado leitor não é o único ponto a se avaliar com esse tipo de abordagem. É importante lembrar, nesse cenário, que notícia não é publicidade, e posicionar uma companhia no mercado vai muito além de ela apenas ser encontrada em uma busca pela internet. Matérias pagas, no modelo de publieditoriais podem e, às vezes, fazem parte de uma estratégia de comunicação, mas usadas aleatoriamente para mostrar ao cliente que houve resultados podem comprometer até mesmo o relacionamento com um determinado veículo.

Ferramentas que garantem resultados de comunicação trazem resultados em número, não em qualidade. Defender que saem nas ‘grandes mídias’, também não é certo, já que não são resultados reais, mas notícias ‘escondidas’ nos sites. Assim, se usada de forma transparente, com o cliente sabendo disso e apenas com o objetivo de ganhar volume de clipping, ou SEO, tudo bem. Mas, como uma estratégia de comunicação para atingir o público-alvo, não trará retorno. Um planejamento de comunicação eficiente passa por uma abordagem 360°, metodologia pela qual a informação é distribuída de forma integrada, passando por todos os aspectos de comunicação: marketing, publicidade, relações públicas e compartilhamento de conhecimento, amparado por técnicas de jornalismo e storytelling.

Ter uma estratégia de comunicação é ter uma consultoria que auxilia na sustentação e apoio do objetivo final da marca, que é crescer atendendo bem o cliente. Isso, ainda não conseguimos automatizar.

Saiba mais:
Quanto vale uma estratégia de comunicação?
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O fim do press release, da assessoria de imprensa, do jornalismo… do que mais?

Imagem: Depositphotos

TecnoMultimedia InfoComm Brasil escolhe a aboutCOM como consultoria de comunicação para o evento de 2017

Pelo segundo ano consecutivo, a aboutCOM é a agencia de comunicação da TacnoMultimedia InfoComm Brasil, uma das mais conceituadas feiras da indústria de Sistemas Audiovisuais, Automação Residencial, Digital Signage e Comunicações Unificadas do mundo, que desembarca para sua quarta edição brasileira em São Paulo, entre os dias 23 e 25 de maio de 2017, no São Paulo Expo.

O evento, que é realizado pela Latin Press em parceria com a InfoComm International, reúne os principais fabricantes mundiais, bem como os distribuidores regionais, nacionais e empresas integradoras, todos apresentando novidades que vão agitar o setor nos próximos anos. É uma excelente oportunidade para que os profissionais de AV do Brasil aprendam novas técnicas e façam networking com empresas e profissionais vindos de diversas partes do Brasil e do exterior, já que, paralelamente à exposição, serão realizados fóruns de discussão, painéis e congressos sobre temas de interesse.

Os organizadores esperam atingir empresas de áudio, vídeo e iluminação; gerentes e proprietários de grandes instalações; organizadores de eventos de empresas; comunicações e relações públicas; engenheiros elétricos e de som; e designer de áudio e vídeo.

O atendimento da conta na aboutCOM é do Douglas Cruz (douglascruz@aboutcom.com.br), (11) 5096-5401 ramal 203.

Assessoria de imprensa: quando e como contratar

Por Editorial aboutCOM

Contar com uma estrutura consolidada e um posicionamento de mercado claro, com público-alvo bem definido, são dois pontos importantes

É comum no mercado corporativo, principalmente entre as startups e as pequenas e médias empresas, contratar uma assessoria de imprensa logo que a empresa abre. Mas será que este é o momento certo? Para que o trabalho seja realmente efetivo é importante se atentar a alguns pontos, como ter um posicionamento claro de marca e o propósito bem definido. Afinal, definir uma estratégia de comunicação eficaz depende diretamente do objetivo de negócios da empresa e do que ela tem para falar ao mercado.

Veja, a seguir, cinco dicas que podem ajudar na hora dessa contratação:

1. Quero que meu produto apareça, mas não estou pronto para falar
É importante que sua empresa tenha uma estratégia de mercado e um posicionamento prontos para serem explorados. O seu produto deve ser apenas uma ‘desculpa’ para falar de sua marca. Se a companhia ainda está em fase beta ou piloto, talvez seja melhor esperar um pouco.

2. Quero sair nas mídias mais importantes do país
Normalmente, o desejo de todos é aparecer nas mídias mais conhecidas. Mas, lembre-se que, às vezes, sair na TV ou na capa de uma grande revista, não significa vender mais, somente aparecer. Uma boa agência está sempre de olho nos veículos de comunicação que vão fazer sua empresa vender mais, sejam jornais de bairro ou, até mesmo, revistas segmentadas.

3. Conheço alguns jornalistas e posso mandar meu material diretamente para eles
Ter uma agência é mais do que conhecer alguns jornalistas. O profissional de assessoria de imprensa analisa o seu cenário e traça uma estratégia para que sua marca fique conhecida. É importante manter consistência em seu contato com a imprensa e ampliar a voz da companhia para alcançar aqueles que você ainda não conhece.

4. Quero divulgar apenas minha participação em alguns eventos
Sim, a maioria das agências trabalha com ações e divulgações pontuais, mas o perigo disso é sua empresa aparecer, gerar interesse e, depois, desaparecer. O trabalho de assessoria de imprensa é de construção da imagem de sua marca com a mídia em um período de, ao menos, alguns meses, dando tempo para a imprensa publicar diversas matérias.

5. Estou estruturado e preciso vender mais, aparecer mais, gerar mais negócios
Este é o momento ideal para contratar uma assessoria de imprensa! Escolha a agência que mais tem a ver com a cultura de sua empresa – isso é importante! Existem muitas agências no mercado que oferecem serviços de assessoria de imprensa, por isso, entender como cada uma trabalha, o que oferecem e no que acreditam, é essencial para unificar o modo de comunicar de sua marca!

E se você precisa de ajuda para entender se já está na hora de contratar uma assessoria de imprensa, a aboutCOM oferece um diagnóstico de comunicação completo que pode ajudá-lo a tomar as decisões de comunicação corretamente, sem atropelos e com a máxima eficiência.

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Jornalismo de negócios: os sete segredos de uma boa fonte de TI
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Imagem: divulgação