Lyda Durango, da TecnoMultimídia InfoComm: escolher canais certos é ideal para comunicação assertiva

Gerente de marketing e comunicação da empresa, Lyda fala sobre o que os países da América Latina podem aprender uns com os outros  

por Editorial abouCOM

Uma boa estratégia de comunicação é essencial para posicionar uma marca e mantê-la próxima de seu público. Lyda Durango, gerente de marketing e relações de mídia do TecnoMultimídia InfoComm – um dos principais eventos voltados ao mercado de audiovisual profissional do mundo – sabe bem disso. A feira, realizada anualmente no Brasil, Colômbia, Panamá e México, teve sua quarta edição brasileira realizada no fim de maio. Em entrevista ao blog da aboutCOM, Lyda fala sobre como realizar uma estratégia de comunicação eficiente – que envolve entender o público e escolher os canais certos – e o que os países da América Latina podem aprender uns com os outros.

Veja, a seguir, mais detalhes da entrevista:

Quais são as lições que a estratégia de comunicação adotada no Brasil leva ao resto da América Latina?

Lyda Durango – O Brasil é um mercado muito especial e desafiador para nós, já que se trata de um “outro mundo” quando falamos sobre comunicação na América Latina. E isso não está relacionado à linguagem. Tem a ver com a forma com que os brasileiros lidam e gerenciam as situações políticas, econômicas e sociais do país. Nossas últimas edições – desde que entrei na empresa, há um ano e meio -, coincidiram com crises políticas no Brasil (em 2016, com Dilma Rousseff; e em 2017, com Michel Temer), e foi muito difícil  chamar a atenção da mídia geral antes do evento – já que o público estava voltado para essas questões. Nosso evento é novo no mercado (apenas quatro edições), e tivemos que entender essas questões e aprender com isso. Nossa tática foi mostrar o crescimento positivo de nossa indústria no exterior e no Brasil, transmitindo a mensagem às pessoas de que o otimismo estava no ar, e que a tecnologia e inovação vieram para melhorar a vida das pessoas.

O que o Brasil pode aprender dos outros países da América Latina, do mesmo ponto de vista?

Lyda Durango – Trabalhamos com vários países da América Latina e notamos diferenças entre eles. Mas no final, há uma lição que não só o Brasil, mas todos nós podemos aprender: para adotar uma estratégia de comunicação eficiente, produzir um conteúdo de qualidade e personalizado para um mercado especializado é preciso, antes de tudo, conhecer bem o local, o público e os canais certos para se comunicar. Cada país tem as suas preferências e individualidades. Por exemplo: entre o Brasil e Colômbia, o mercado principal é diferente. No Brasil, o mercado de comunicação corporativa é o mais importante para o evento; já na Colômbia, é a indústria de entretenimento. Isso faz uma grande diferença no momento de construir uma estratégia de comunicação.

Como formatar uma estratégia de comunicação para que o público (participantes e jornadas) não esqueça a marca após a feira TecnoMultimídia InfoComm?

Lyda Durango – Para que o público tenha sempre em mente a marca, é essencial continuar recordando nosso evento durante todo o ano, com conteúdos especializados e exercendo nossa influência e liderança na comunicação.

Você está avaliando a possibilidade de manter uma comunicação recorrente com o público brasileiro por meio de redes sociais ao longo do ano para não perder o toque local? Por que isso é importante?

Lyda Durango – Claro! Esse é um trabalho contínuo. Vamos continuar transmitindo nossa mensagem mesmo após o fim do evento (e considerando que não estamos nem perto da nossa próxima edição). É importante nos posicionar como líderes da indústria – para acompanhar o crescimento e sucesso do evento –  e as mídias sociais possuem um bom custo – benefício.

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Uma estratégia bem-sucedida envolve a escolha dos veículos de mídia certos e o uso de uma linguagem adequada ao público-alvo

Ao contratar uma assessoria de imprensa, as empresas desejam, principalmente, aparecer na mídia, consolidar sua marca e se tornar referência em um determinado assunto, com o objetivo, claro, de gerar mais negócios. No caso de relações B2B – Business to Business, ou empresas que vendem para outras empresas -, a estratégia de comunicação é totalmente diferente à de companhias que focam o consumidor final – B2C, ou Business to Consumer.

No setor de tecnologia – assunto de conhecimento geral e que hoje faz parte do dia a dia de muitas pessoas – há uma percepção de que tudo relacionado a esse universo interessa a todos os veículos. E é justamente aí que começa o erro: se a ideia é estimular os negócios, é preciso impactar o público o adequado. Veja, a seguir, alguns sinais de que sua comunicação B2B está mais para B2C do que deveria:

  1. Emplacar pautas em veículos voltados para o consumidor final

Não adianta nada fazer uma estratégia B2B se a exposição ocorrer em veículos voltados para o consumidor final. É fundamental, portanto, entender as particularidades da marca, analisar o público-alvo, entendendo quais mídias ele acessa e a melhor forma de alcançá-lo.

  1. Se restringir ao mailing de tecnologia

Se estamos falando de uma empresa B2B que oferece soluções de tecnologia, devo focar apenas em veículos dessa área? Não. Uma estratégia completa de comunicação B2B deve alcançar todas as verticais e setores que possam usar a solução vendida pelo cliente. Para isso, existe uma gama de veículos que podem ser atingidos, que nem sempre cobrem apenas tecnologia mas que podem falar de uma tendência para um determinado setor. Um exemplo: revistas setoriais, como de óleo e gás podem ser uma importante mídia para falar sobre uma nova solução voltada para navios em alto mar.

  1. Dar mais atenção ao produto

Em uma comunicação B2C, os executivos da empresa não precisam ser mais conhecidos do que as características do produto. Já para uma estratégia B2B, existe uma preocupação maior em compartilhar conhecimento e promover os porta-vozes da empresa. Para isso, é preciso fazer um trabalho junto ao diretor de vendas, especialista técnico e demais executivos, mostrando que a marca vai muito além de uma simples solução ou produto.

  1. Estar presente em redes sociais de massa

Construir uma estratégia em uma rede social voltada ao consumidor final – e que muitas vezes é destinada a um momento de distração e lazer – nem sempre é uma boa alternativa para uma comunicação B2B, mesmo que lá esteja a maior audiência. Por isso, é importante estar presente e trabalhar a imagem dos porta-vozes em uma rede como Linkedin – mais voltada ao negócio e relações profissionais.

  1. Adotar uma linguagem inadequada

Esse é um trabalho entre o marketing e o assessor. Quando falamos de empresas B2C, há uma linguagem mais informal e focada no produto.  No caso da comunicação B2B, a voz deve ser mais formal e focada nos resultados trazidos pela solução, experiência de retorno sobre investimento, economia e demais vantagens. Por isso, apenas “vender” um produto não é suficiente, mas sim mostrar o real valor agregado.

E então, sua comunicação B2B está muito B2C?

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Imagem: Depositphotos

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Por Flavia Sobral

Já é uma prática muito comum no universo de quem faz assessoria para produto, diversificar o mailing. Isso quer dizer, por exemplo, que o lançamento de um celular pode (e deve) ser trabalho no mailing de tecnologia, mas também no de consumo, tendências, moda (e por que não se o design é atraente?) e muitos outros. Mas no mercado B2B (empresas que vendem para empresas), apesar de representar um grande diferencial, ainda não é uma prática muito comum.

Uma das primeiras atividades que fazemos quando temos um novo cliente de assessoria de imprensa é uma reunião de briefing. Esse momento serve não só para uma imersão no cliente, mas para já pensarmos em possíveis pautas a trabalhar, e, por que não, quais são os veículos que teriam interesse em falar delas. O erro comum está nesta fase, se considerarmos apenas o negócio principal do cliente, e não necessariamente de que setor são os clientes do nosso cliente.

Aqui na aboutCOM, por exemplo, 80% dos nossos clientes são das áreas de TI e Telecom, B2B. Isso quer dizer que se não ampliarmos as nossas estratégias de comunicação para além dos veículos que cobrem esses setores, falaremos sempre com o mesmo público e as mesmas pessoas – e nosso cliente vai sair sempre nos mesmos meios.

Vale comentar que o papel do assessor de imprensa não é só fazer de tudo para o cliente sair na mídia, mas fazer com que ele saia nos veículos que atinjam o seu público de negócios. Ou seja, diversificar é fundamental!

Estamos vendo muito sucesso em estratégias que incluem meios de comunicação que cobrem verticais (setores) para os quais nossos clientes vendem suas soluções. E como tecnologia hoje é fundamental para a sobrevivência de um negócio, por que não ver uma história sobre ela em veículo de agronegócios, indústria, logística, automóveis e tantos outros?!

Volto ao meu incansável discurso: para comunicar, e fazer direito, é preciso estratégia. E para montar uma estratégia de comunicação eficiente, é preciso ir além, pensar além e, com certeza, diversificar a voz.

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Renato Leite, da Orange Business Services: comunicação que não gera negócio é mau uso do tempo

Gestor de marketing e comunicação para Américas da multinacional, Leite fala sobre como montar estratégias para uma região tão diversa quanto a América Latina

por Editorial aboutCOM

Já são quase 20 anos de experiência em multinacionais no currículo de Renato Leite. Hoje responsável pelo marketing e comunicação de todo o continente americano para a Orange Business Services, o executivo tem convicção: apesar da estratégia ser global, é preciso que se trabalhe de forma específica com cada região e, muitas vezes, com cada país. Tudo isso para se tirar o melhor proveito das ações e, consequentemente, gerar melhores resultados de negócios. “As demandas são diferentes no México, Colômbia, Argentina, Chile e Brasil. Não dá para fazer uma coisa só para todo mundo”, conta.

Em entrevista ao blog da aboutCOM, Leite fala sobre o papel da comunicação nos resultados dos negócios, a importância de se produzir conteúdo e preparar porta-vozes localmente, o embate entre o que a matriz deseja e o que funciona para o país, como montar estratégias para uma região tão diversa quanto a América Latina e a necessidade de cada ação ser mensurada. “Não vale a pena fazer uma comunicação que não gere resultado de negócio, isso é mau uso do tempo”. Mas os números não podem suplantar um item relevantíssimo: a humanização. “Apesar de o mundo ser cada vez mais global, a comunicação tem que ser cada vez mais local.”

Acompanhe, na sequência, os principais trechos da entrevista.

Como montar uma estratégia de comunicação para a AL?
Como somos uma multinacional, temos que conectar a estratégia global com a realidade local. O portfólio da companhia é grande e nem sempre todas as soluções estão disponíveis em todos os mercados. As demandas são diferentes no México, Colômbia, Argentina, Chile e Brasil. Não dá para fazer uma coisa só para todo o mundo.

É comum que empresas globais queiram que todos os países sigam a estratégia geral, até porque existe um time especializado dedicado a esse assunto. Para eles, quanto mais países estiverem inclusos nessa estratégia, melhor. O inverso também é verdadeiro: quanto mais as regiões ficam independentes no sentido de fazer um plano diferente, menos interessante é para eles. Mas apesar de o mundo ser cada vez mais global, a comunicação tem que ser cada vez mais local. Tem as suas particularidades – e não estou falando só na língua, como nos temas, na maturidade de adoção das soluções, dos mercados… tudo isso tem que ser levado em consideração.

Mas não é preciso falar, sempre, com um país individualmente. É possível generalizar um pouco a estratégia para a América Latina, ainda mais fazendo eventos que juntam diferentes países. Tem sido bem proveitoso no sentido de juntar clientes do Brasil com Argentina e Chile, para ter essa troca de experiência. Mas não podemos querer massificar toda a estratégia para todos os públicos.

Como tirar melhor proveito das particularidades de cada país?
O profissional da América Latina não pergunta como estão as coisas no Brasil; ele vai questionar sobre a América Latina. Não tem uma fronteira, todo o mundo acompanha o que acontece na Venezuela, se interessa pelas mudanças na Argentina – com a chegada do novo presidente -, na Colômbia – que foi mudando ao longo dos anos e melhorando significativamente como país, entre outras coisas. Cada país tem sua particularidade, mas todos também têm sede pela informação do que está acontecendo. Seja em termos políticos, econômicos ou referente à indústria que você atua. Essa troca de informação, então, é sempre muito positiva.

Sempre terá interesse dos clientes entender quais vantagens se podem tirar de uma tecnologia que você esteja implementando em um cliente ou país específico. Um exemplo é o Hospital São Vicente, da Colômbia, no qual as vítimas do acidente de avião com o time da Chapecoense ficaram. É um hospital moderno, a Orange Business Services fez a integração de serviços com RFID e Internet das Coisas [IoT]. Tudo para que se pudesse encontrar maca, médico, estoque de medicamentos e checar informações gerais de forma mais facilitada. Casos como esse mostram como numa indústria como a de medicina as coisas têm evoluído e o que pode ser feito.

Quais os erros mais comuns ao se pensar em uma estratégia de comunicação para a AL?
Existem várias formas de se errar, mas uma muito grave é simplesmente replicar a comunicação global para região sem saber se determinada solução está disponível para aquele país ou se há algum profissional local habilitado para falar sobre o assunto, por exemplo. Há empresas globais que, muitas vezes, pressionam para que as comunicações locais emplaquem algo que esteja sendo feito em outras partes do mundo. Se essa for a estratégia, já começa errado. Não vale a pena fazer uma comunicação que não gere resultado de negócio, isso é mau uso do tempo.

Hoje em dia não se fala mais em fazer alguma comunicação que seja só para a visibilidade da marca, não só na América Latina, mas no mundo todo. É preciso tomar cuidado com as traduções, também.

Por favor, explique um pouco melhor como fazer uma comunicação orientada à geração de negócios.
Desde a comunicação com a imprensa, atividades de publicidade, até produção de conteúdo, tudo faz parte do intuito de ajudar o negócio. Por exemplo: o foco comercial da América Latina são serviços gerenciados, conectividade e colaboração. Passamos para a aboutCOM, nossa agência de PR, essa determinação, e toda a comunicação feita com a imprensa leva isso em consideração. Todos os resultados são colocados em nosso CRM e conseguimos visualizar os efeitos de cada atividade. Tudo é mensurado.

Qual o papel de uma estratégia de PR, assessoria de imprensa e conteúdo na estratégia?
Mais do que visibilidade de marca, queremos reputação de marca. E isso não vem só pela forma como prestamos os serviços, mas como os executivos da Orange Business Services lidam com as pessoas. Levamos esse lado mais humano para a indústria de tecnologia. O toque humano é o que faz o diferencial entre tanta inovação, tecnologia, máquina…

Temos que conhecer o negócio do cliente. Ele não precisa se preocupar com TI e telecom, mas em estar focado no negócio dele. Nós temos que atuar de forma consultiva e dizer qual a melhor direção, o que é melhor para ele adotar, utilizar, como ele tem que se preparar se ele quer adotar tal ferramenta… nesse sentido de parceria.

Para ganhar essa reputação a estratégia de PR e conteúdo é importante – além de promover os nossos experts para que possam falar sobre os temas foco da indústria, como software defined network, colaboração, Internet das Coisas (IoT).

Qual a importância de presença local na AL – seja de executivos porta-vozes, seja de agência de PR ou customização de conteúdo local – para o bom desenvolvimento da estratégia de comunicação?
É super importante. Tem um livro chamado “Kiss, bow or shake hands: the bestselling guide to doing business in more than 60 countries” [“Beijar, reverenciar ou apertar as mãos: o guia mais vendido para fazer negócios em mais de 60 países”, em tradução livre], que explica como fazer negócios em diferentes culturas. E na própria América Latina há diferentes culturas, então temos de tratar cada país de um jeito diferente. O espanhol da Argentina é diferente do espanhol do Chile – há um meio termo que serve para os dois, mas há palavras que são mais apropriadas para cada país. A mesma coisa vale para México, Colômbia e assim por diante. Além disso tem as complicações de legislação e regulamentação de cada país, que requerem conhecimento próprio… é super importante ter esse conhecimento local, para que o mercado conheça essa pessoa que vai falar regionalmente e para que o executivo desenvolva conhecimento para ter propriedade dos assuntos que estiver falando.

aboutCOM Live: no pré-Ciab, como preparar estratégia de PR para eventos

Por editorial aboutCOM

No terceiro aboutCOM Live, Flavia Sobral, fundadora da aboutCOM, fala sobre a pouca efetividade da abordagem “cara-crachá” que os assessores de imprensa fazem em grandes eventos, na caça aos jornalistas. A especialista, que tem 15 anos de experiência em PR e assessoria de imprensa em tecnologia da informação, explica como preparar uma estratégia pré-evento que garanta mais assertividade e melhores resultados para o cliente. E garante: ainda dá tempo de fazer algo do tipo para o Ciab, maior evento da América Latina de tecnologia bancária, que será realizado de 06 a 08 de junho, em São Paulo.

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Micron escolhe a aboutCOM como sua assessoria de comunicação no Brasil

Agência ficará a cargo da comunicação das marcas de memória Crucial, Lexar e Ballistix, além do trabalho institucional

 

A aboutCOM assume, a partir desse mês, a assessoria de comunicação da Micron no Brasil. A fabricante é uma das líderes mundiais em soluções de memória e atua no mercado com as marcas: Crucial, com produtos para computadores, notebooks, estações de trabalho e servidores; a Ballistix, destinada a gamers e modders, pois melhoram as experiências de jogos e oferecem uma vantagem de performance para os jogadores; e a Lexar, marca de dispositivos de memória como pen drives e cartões para celulares e câmeras.

Com mais de 35 anos de liderança em tecnologia, a Micron e suas marcas têm presença global. No Brasil, a empresa iniciou sua atuação no fim de 2016, com venda nos principais varejistas online e offline. A Micron possui um amplo portfólio de tecnologias de alta performance, como memórias DRAM, NAND, NOR, Flash e 3D Xpoint, além das SSDs (solid state drive).

O atendimento da conta na aboutCOM é de Douglas Cruz. Contatos pelo e-mail  douglascruz@aboutcom.com.br ou pelos telefones 11 5096-5401 e 92171-8992 e coordenação de Maria Eugênia Lucci (mariaeugenialucci@aboutcom.com.br).

 

Sobre a Micron

A Micron Technology é uma das líderes globais em soluções inovadoras de memórias. Por meio das marcas globais – Micron, Crucial®, Lexar® e Ballistix® – e um amplo portfólio com tecnologias de alta performance, incluindo memórias DRAM, NAND, NOR, Flash e 3D XPoint™, a empresa está transformando a forma como o mundo utiliza a informação. Com mais de 35 anos de liderança em tecnologia, as soluções de memória da Micron suportam as aplicações mais inovadoras para computadores, consumidores, armazenamento empresarial, data center, mobilidade, embarcadas e setor automotivo.  As ações da Micron são comercializadas na bolsa Nasdaq, com o símbolo MU. Para saber mais sobre a Micron Technology, Inc., acesse micron.com

Sobre a Ballistix

A Ballistix é uma marca global da Micron Technology, Inc. As memórias Ballistix (DRAM) melhoram a experiências de jogos e oferecem uma vantagem de performance para os jogadores e entusiastas. A Ballistix é a única grande marca de memórias para jogos construída e testada do início ao fim em parceria com fabricantes de computadores. Acesse ballistixgaming.com

Sobre a Crucial

A Crucial é uma marca global da Micron Technology, Inc. Os SSDs (solid-state drive) da Crucial e memórias DRAM são compatíveis com mais de 100.000 computadores, laptops, estações de trabalho e servidores novos e antigos. Disponíveis mundialmente nos principais varejistas físicos e online, revendedores comerciais e integradores de sistemas, os produtos Crucial melhoram a performance de sistemas e a produtividade do usuário. Acesse crucial.com

Sobre a Lexar

A Lexar é uma marca global da Micron Consumer Products Group, Inc., uma subsidiária da Micron Technology, Inc., um dos maiores fabricantes de memórias no mundo. Os produtos Lexar incluem cartões de memória para fotografia, vídeos e dispositivos móveis; leitores de cartões, unidades de armazenamento e pen drives de alta performance. Os produtos Lexar estão disponíveis mundialmente nos principais varejistas físicos e online, e também no site da marca. Para mais informações ou suporte, acesse lexar.com