Flavia Sobral

Projetos pontuais X Projetos recorrentes de comunicação: qual caminho seguir?

Editorial aboutCOM

É fato que uma estratégia de disseminação de conteúdo bem-feita amplia a visibilidade de uma empresa junto ao seu público-alvo. Mas, para ter resultados eficientes, tanto na mídia quanto no mercado, é fundamental ter um plano de comunicação recorrente e de longo prazo. Dificilmente, um trabalho de comunicação apenas pontual trará o resultado esperado.

Um projeto recorrente feito em conjunto com uma consultoria de comunicação auxilia na geração de um relacionamento de qualidade da empresa com a mídia, e consequentemente, inserções de notícias espontâneas (em revistas, sites e blogs). Nesse contexto, é possível fazer uma análise aprofundada da companhia para entender quais são os assuntos que podem gerar notícias e como tratá-los nos diferentes veículos de comunicação e suas editorias.

Muita gente não entende muito bem como os projetos de comunicação funcionam e acredita que uma ação de divulgação pontual pode ser suficiente para engajar a audiência. “Num job ou num projeto pontual é impossível construir um relacionamento com o público de interesse e, o mais importante, esse modelo não estabelece uma estratégia de divulgação dos conteúdos”, comenta Flávia Sobral, CEO da agência de comunicação aboutCOM.

Para encontrar a forma correta de divulgar as notícias de uma empresa é preciso definir os melhores canais de comunicação com o público-alvo e desenvolver um relacionamento de fidelização a longo prazo. Nesse contexto, entram em cena trabalhos de pesquisa de mercado para oferecer conteúdos direcionados e atrair um maior número de interessados – toda a estratégia deve ser desenvolvida de acordo com as necessidades de cada canal de comunicação, tanto para o mercado, quanto para a imprensa. É preciso mapear os temas que estão em destaque e montar um perfil direcionado para cada mídia ou mercado, com uma linguagem impactante e atrativa.

Numa estratégia de comunicação recorrente é possível ainda reconhecer boas oportunidades para divulgar a empresa – em projetos pontuais, isso fica em segundo plano.

Enfim, projetos de comunicação recorrentes permitem estabelecer uma imagem de longo prazo de uma companhia com o seu mercado. Esse tipo de trabalho também é bem mais interessante do ponto de vista financeiro, já que as mensalidades são mais atrativas. “Uma divulgação pontual tem um custo maior do que um fee recorrente. Isso porque cada vez que uma empresa quer divulgar algum conteúdo é preciso envolver uma equipe maior e gastar muito mais tempo para entender o seu negócio, o contexto da notícia, entre outras ações”, finaliza Flavia.

aboutCOM é a nova assessoria da ESET

Agência fica encarregada de conduzir a comunicação da empresa com a imprensa

São Paulo, 04 de setembro de 2017 – A partir de setembro de 2017, a aboutCOM é a nova responsável pela comunicação da ESET, fornecedora global de soluções de segurança da informação, no Brasil.

Fundada em 1992, a ESET fornece soluções para proteção contra ameaças virtuais em mais de 180 países. Seu objetivo é garantir segurança aos clientes corporativos para que façam melhor uso da tecnologia, sem preocupações. A empresa, que atua desde 2004 na América Latina, entrega produtos que colaboram para aumentar a produtividade dos negócios, com uso mínimo de recursos. “Estamos muito satisfeitos com a conquista da ESET para nosso portfólio.

Nossa experiência em estratégias de comunicação para o mercado de tecnologia B2B, aliada à expertise da empresa, será essencial para o aumento da visibilidade da marca na imprensa”, analisa Flavia Sobral Faccioni, diretora da aboutCOM.

O atendimento da conta será realizado por Natália Diogo, com apoio de Rodrigo Tucci, supervisão de Maria Eugênia Lucci e direção de Flavia Sobral Faccioni.

Os contatos podem ser feitos pelo e-mail eset@aboutcom.com.br ou pelo telefone (11) 5096-5401.

aboutCOM é a nova assessoria da Hitachi Data Systems

Agência especializada em tecnologia será responsável pela comunicação da subsidiária do grupo japonês

A aboutCOM, agência especializada em diagnósticos de comunicação, com sólida experiência na área de tecnologia, é a nova responsável pela comunicação com a imprensa da Hitachi Data Systems (HDS). O atendimento da conta ficará a cargo de Danilo Fernandez, com apoio de Isabella Câmara, supervisão de Maria Eugênia Lucci e direção de Flavia Sobral Faccioni.

A Hitachi Data Systems é uma subsidiária do grupo japonês Hitachi e oferece um portfólio integrado de serviços e soluções que permitem a transformação digital por meio da gestão avançada de dados, governança, mobilidade e análises. “É motivo de muita satisfação contar com a Hitachi Data Systems no nosso portfólio. Estamos nos consolidando, cada vez mais, como especialistas no mercado de tecnologia B2B e temos a certeza que essa parceria com a HDS reforça os resultados de visibilidade e repercussão que conquistamos para os nossos clientes”, comemora Flavia.

Os contatos podem ser feitos pelo e-mail hitachi@aboutcom.com.br ou pelo telefone (11) 5096-5401.

Saiba mais:
Fabiano Chagas, da ZTE: comunicação requer dedicação e paciência
Há felicidade além do trade
Atividade meio x atividade fim: qual a atuação da assessoria de imprensa

 

Há felicidade além do trade

Por Danilo Fernandez

Quando uma empresa, seja ela de qual segmento for, procura os serviços de uma agência de comunicação, sua intenção primária, invariavelmente, é a de se posicionar dentro do seu mercado de atuação, gerando negócios. Muitas agências são criadas ou acabam se especializando em determinadas áreas, graças à experiência e aos relacionamentos adquiridos por suas equipes ou fundadores. Nós, aqui na aboutCOM, por exemplo, somos conhecidos pela nossa expertise nas indústrias de tecnologia e telecomunicações.

Mas, ampliar a percepção das pessoas sobre uma empresa ou marca pode ser tão positivo quanto gerar negócios. Diversificar os temas trabalhados é um bom caminho para isso. Recentemente tivemos a oportunidade de desenvolver uma pauta sobre a cultura de trabalho em empresas chinesas junto com a revista Você S/A.

Engajamos os porta-vozes do nosso cliente, a ZTE, para que, ao falarem da empresa para um veículo impresso de grande alcance, fosse despertado no público alvo da revista, pessoas interessadas em carreiras, o desejo de eventualmente trabalharam em um lugar como aquele. A matéria também serviu para desmistificar muito do que é dito sobre empresas da China.

Estar no centro das discussões sobre produtos e soluções é primordial, mas não se pode perder de vista oportunidades de fazer o cliente aparecer em um contexto institucionalmente positivo. Não é preciso esperar uma crise aparecer, para então pensar em melhorar a percepção das pessoas sobre o seu cliente.

Saiba mais:
Atividade meio x atividade fim: qual a atuação da assessoria de imprensa
O Beabá da assessoria de imprensa: ou as perguntas que sempre ouço sobre o que fazemos
Como lidar com clientes que falam demais durante uma entrevista para a imprensa

Micron escolhe a aboutCOM como sua assessoria de comunicação no Brasil

Agência ficará a cargo da comunicação das marcas de memória Crucial, Lexar e Ballistix, além do trabalho institucional

 

A aboutCOM assume, a partir desse mês, a assessoria de comunicação da Micron no Brasil. A fabricante é uma das líderes mundiais em soluções de memória e atua no mercado com as marcas: Crucial, com produtos para computadores, notebooks, estações de trabalho e servidores; a Ballistix, destinada a gamers e modders, pois melhoram as experiências de jogos e oferecem uma vantagem de performance para os jogadores; e a Lexar, marca de dispositivos de memória como pen drives e cartões para celulares e câmeras.

Com mais de 35 anos de liderança em tecnologia, a Micron e suas marcas têm presença global. No Brasil, a empresa iniciou sua atuação no fim de 2016, com venda nos principais varejistas online e offline. A Micron possui um amplo portfólio de tecnologias de alta performance, como memórias DRAM, NAND, NOR, Flash e 3D Xpoint, além das SSDs (solid state drive).

O atendimento da conta na aboutCOM é de Douglas Cruz. Contatos pelo e-mail  douglascruz@aboutcom.com.br ou pelos telefones 11 5096-5401 e 92171-8992 e coordenação de Maria Eugênia Lucci (mariaeugenialucci@aboutcom.com.br).

 

Sobre a Micron

A Micron Technology é uma das líderes globais em soluções inovadoras de memórias. Por meio das marcas globais – Micron, Crucial®, Lexar® e Ballistix® – e um amplo portfólio com tecnologias de alta performance, incluindo memórias DRAM, NAND, NOR, Flash e 3D XPoint™, a empresa está transformando a forma como o mundo utiliza a informação. Com mais de 35 anos de liderança em tecnologia, as soluções de memória da Micron suportam as aplicações mais inovadoras para computadores, consumidores, armazenamento empresarial, data center, mobilidade, embarcadas e setor automotivo.  As ações da Micron são comercializadas na bolsa Nasdaq, com o símbolo MU. Para saber mais sobre a Micron Technology, Inc., acesse micron.com

Sobre a Ballistix

A Ballistix é uma marca global da Micron Technology, Inc. As memórias Ballistix (DRAM) melhoram a experiências de jogos e oferecem uma vantagem de performance para os jogadores e entusiastas. A Ballistix é a única grande marca de memórias para jogos construída e testada do início ao fim em parceria com fabricantes de computadores. Acesse ballistixgaming.com

Sobre a Crucial

A Crucial é uma marca global da Micron Technology, Inc. Os SSDs (solid-state drive) da Crucial e memórias DRAM são compatíveis com mais de 100.000 computadores, laptops, estações de trabalho e servidores novos e antigos. Disponíveis mundialmente nos principais varejistas físicos e online, revendedores comerciais e integradores de sistemas, os produtos Crucial melhoram a performance de sistemas e a produtividade do usuário. Acesse crucial.com

Sobre a Lexar

A Lexar é uma marca global da Micron Consumer Products Group, Inc., uma subsidiária da Micron Technology, Inc., um dos maiores fabricantes de memórias no mundo. Os produtos Lexar incluem cartões de memória para fotografia, vídeos e dispositivos móveis; leitores de cartões, unidades de armazenamento e pen drives de alta performance. Os produtos Lexar estão disponíveis mundialmente nos principais varejistas físicos e online, e também no site da marca. Para mais informações ou suporte, acesse lexar.com

Media Tech Tour: um momento de total dedicação aos jornalistas

Dar uma atenção especial aos jornalistas é sempre bom e pode fazer toda a diferença na cobertura de um grande evento. Foi o que aconteceu durante o Media Tech Tour, visita guiada para a mídia, horas antes da abertura oficial da TecnoMultimídia InfoComm, a maior feira dedicada à indústria AV da América Latina. Os jornalistas puderam conhecer as novidades de cada expositor em primeira mão, com uma pequena apresentação dedicada exclusivamente a eles. Mais de 24 jornalistas participaram da visita e aprovaram a ideia.

Assessoria de imprensa: o risco dos erros de português no release

Equívocos no press release ou na ‘venda’ de uma pauta podem manchar a imagem da assessoria e do cliente

 

Editorial aboutCOM

 

Saber escrever bem é obrigação para quem trabalha com comunicação, quer manter uma boa relação com jornalistas e, sobretudo, quer ser lembrado como uma fonte de credibilidade. Um erro de concordância ou de digitação da assessoria de imprensa em uma pauta, no press release ou mesmo em um comunicado, por mais simples que pareça, pode resultar na queda de confiabilidade da marca.

Parece exagero, mas basta uma olhada rápida em páginas de troca de releases e de anúncios de vagas para ver uma sucessão de erros escritos por profissionais da área que soam farto desconhecimento da forma culta da língua. “Assesoria” (sic); “possuir experiência”; boilerplate com informações erradas do cliente… e por aí vai.

Colocar a culpa na língua portuguesa, que tem fama de ser difícil devido à riqueza de vocabulário e de gramática, não é uma boa desculpa, especialmente no caso do assessor de imprensa e do jornalista, já que se pressupõe que eles dominam o idioma.

Além disso, os assessores são considerados a “cara” do seu cliente para mídia, para o bem e para o mal. Colher os louros de um trabalho bem feito é a meta. Mas veicular um press release com erros gramaticais é o mesmo que dizer que a empresa não se compromete com o que escreve e publica, descuido que torna a marca alvo fácil de chacota de repórteres e editores e que pode acabar com um relacionamento já difícil de manter. São organizações como essas, inclusive, as primeiras a serem descartadas pelos jornalistas, cuja principal função é checar informações e desconfiar de tudo que recebe.

Se preocupar em produzir um material eficiente, com todas as informações necessárias e, sobretudo, sem erros linguísticos, é o papel fundamental do assessor de comunicação. Quando a mensagem não chega de forma clara e concisa, complica o trabalho do jornalista ou não desperta seu interesse. Assim, aquela possível pauta que poderia dar visibilidade ao cliente pode se perder.

E não é só do lado da assessoria que podem acontecer os erros. Ter o domínio total da língua portuguesa é também fundamental para os porta-vozes da empresa e um item essencial a ser abordado em media trainings.

Mas, lembre-se, se você cometeu um errinho de digitação, ou mesmo deixou escapar uma falha da gramática, vale mandar um e-mail ou uma errata para corrigir. De longe, não é o melhor caminho e definitivamente um que deve ser evitado, mas se a ocasião for rara e seu relacionamento com a mídia for bom, vale a máxima de que todos nós estamos sujeitos a errar.

É por isso que o português correto é fundamental, mas ter um relacionamento bom com os jornalistas é crucial para o trabalho do assessor. Afinal, nunca faltarão concorrentes para lhes mostrar o caminho para outras fontes.

Por isso, triplicar a atenção no material veiculado em nome do seu cliente pode fazer a diferença na atenção que ele ganha na mídia e na imagem que a empresa pretende passar para seu público-alvo.

Por que sua empresa não vai sair na capa da Exame? (ou é muito provável que não saia)

Por Flavia Sobral Faccioni

De um tempo para cá, tenho participado de reuniões com empresas em busca de uma assessoria de imprensa que, à princípio, tem uma boa ideia dos seus objetivos de comunicação – aumentar a visibilidade e, por sua vez, a confiança em sua marca por meio da exposição em veículos lidos por seus possíveis compradores. Enfatizo aqui o ‘à princípio`, porque não me assusto quando depois de parecermos alinhados com esse objetivo, vem aquela pergunta: “e o que preciso fazer para sair na capa da Exame?”. E, daí para frente, eu paro de acreditar completamente que as pessoas realmente sabem como a comunicação pode auxiliar nos negócios.

A maioria dos nossos clientes por aqui, são empresas que vendem para empresas, ou, como costumamos chamar, B2B. Muitas vezes, o diferencial de um trabalho de assessoria de imprensa para essas empresas é alcançar as mídias de indústrias, para as quais eles fazem soluções. Simplificando: se a empresa faz uma solução para o agronegócio, sair nas revistas que os empresários desse setor leem. Isso tem sido visto no mercado como um grande diferencial do nosso trabalho.

E não é porque trabalhamos com as ‘verticais’, que vamos desconsiderar a grande mídia – especialmente as de negócios. Mas, para que uma empresa B2B saia em uma das consideradas grandes mídias, é preciso uma notícia realmente relevante para o mercado (uma nova estratégia corporativa, grande investimento no Brasil ou assuntos afins). E não é porque tecnologia (principal assunto de muitos de nossos clientes) é um assunto de interesse geral, que todos os temas dentro da tecnologia podem alcançar as grandes mídias.

As perguntas a serem feitas aqui vão até um pouco além disso: o que a sua empresa realmente vai ter de retorno se sair na capa da Exame? O público que compra a sua solução ou que convence alguém na empresa a comprar lê a Exame? Pode ser que a resposta seja sim. Não é raro e há pouco tempo tivemos um exemplo assim: uma organização de certificações em tecnologia de informação traçou o perfil do executivo de TI procurado no mercado brasileiro em conjunto com líderes do setor – e lá estava a nossa ‘home’ (afinal, foi na capa online da Exame).

Acredito que o melhor conselho aqui seja, como sempre, educar o cliente. Às vezes, a capa ou mesmo a grande mídia vai vir, às vezes não. Mas pode ser que a visibilidade nos demais veículos pode ter – e normalmente, na nossa experiência tem – um impacto positivo muito maior nos negócios. É uma questão de fazer o trabalho de apuração e encontrar as notícias certas dentro dos nossos clientes, para cada tipo de mídia. E, claro, ter uma boa dose de paciência para educar e reeducar nossos clientes sempre que for preciso.

Saiba mais
A tecnologia pode substituir o trabalho do assessor de imprensa?
Quanto vale uma estratégia de comunicação?

 

 

about being aboutCOM #6: O cliente não precisa de tudo em comunicação

Por editorial aboutCOM

No sexto e último vídeo da série #aboutbeingaboutCOM, Flavia Sobral Faccioni aborda a necessidade de ter um plano estratégico de comunicação antes de atuar ativamente nas redes sociais.

Antes de se aventurar pela web a empresa deve, sobretudo, ter definidas suas missões e valores, seu público-alvo e a importância do uso das redes sociais na hora de se comunicar com seus clientes. Tal estratégia também deve ser levada em conta por empresas estrangeiras que pretendem montar uma estratégia de comunicação voltada para o Brasil.

Com todo esse processo bem definido, o próximo passo da empresa é estabelecer qual linguagem usar de acordo com o público que pretende atingir, assim como quais redes sociais vale a pena trabalhar ou não. “Estar nas redes sociais é importante? Sim, mas em quais estar?”, questiona Flavia.

Contar com uma equipe capacitada para pôr em prática um planejamento de comunicação eficaz e trabalhar nessa estratégia é o que faz a marca ganhar espaço onde realmente interessa e fazer a empresa crescer.

Reveja os outros vídeos da série #aboutbeingaboutCOM no nosso site.

Saiba mais:
about being aboutCOM #1: como tudo começou
about being aboutCOM #2: informação não é diferencial
about being aboutCOM #3: os tão esperados KPIs
about being aboutCOM #4: Alinhado com a estratégia, sempre. Engessado, nunca
about being aboutCOM #5: América Latina: um jeito diferente de fazer comunicação

Em tempos de compartilhamento exacerbado e rápido, a estratégia de comunicação é a arma mais poderosa

Responder a uma reclamação sem critério e participar de moda da internet podem ser tiros no pé

por Editorial aboutCOM

Nada de tiros, bombas ou tratados. A guerra de hoje é sobre informação, compartilhamento e rapidez. Ganha quem postar mais rápido, independentemente da qualidade do conteúdo. Se está em um show, filma; se viajou, bombardeia seus seguidores com fotos; se terminou um projeto importante, faz um post dizendo que está orgulhoso do seu trabalho; se leu um título interessante de matéria, compartilha com os amigos. Não existe mais a máxima do “dois pesos, duas medidas” em um tempo quem que fatos e factoides se misturam. Compartilha-se pelo simples fato de dividir todas opiniões e acontecimentos, sem avaliar as fontes e a veracidade, tornando-se apenas replicadores de assuntos falsos ou verdadeiros.

Fica evidente a falta de interesse pela qualidade da informação. Passa a ser suficiente informar o mais rápido possível, mesmo que seja um conteúdo raso ou falso, sem o bom senso de questionar sua veracidade. Esse “mal moderno” não assombra somente a sociedade, mas atinge também o mundo corporativo. E é nesse cenário que algumas empresas podem arruinar um trabalho de anos ao compartilhar mensagens falsas, preconceituosas ou vazias, somente para fazer parte de uma onda descolada da internet, de algo que se tornou um assunto comentado nas redes sociais.

É importante entender que a estratégia de comunicação de uma companhia é semelhante ao de um jogo de xadrez, no qual cada movimento deve ser estudado e calculado, pois um erro pode colocar tudo a perder. E, lembre-se: dentro do mundo corporativo derrotas podem ser bem dolorosas.

Nesse contexto é necessário apostar em uma boa estratégia de comunicação, que consiste em saber responder on time questões que valem a pena ser respondidas e compartilhadas e ignorar as que não são, mesmo que sejam fenômeno nas redes sociais. Afinal de contas, se preocupar mais em compartilhar do que na consequência do compartilhamento pode ser uma armadilha, principalmente entre os executivos que trabalham com a imagem e a reputação de empresas.

Entender o tom de voz que a companhia quer adotar, de que forma quer se comunicar, e com quem,  é determinante para definir quais serão as mensagens que poderão ser passadas para os clientes e colaboradores. E tudo isso deve ser planejado com antecedência, independentemente das modas que surgem no mundo digital. Com esse entendimento, fica claro qual onda a empresa pode surfar e quais ela deve evitar, o que minimizará possíveis problemas de comunicação no futuro.

A comunicação requer calma

Quando a  estratégia de comunicação conta com as ferramentas certas e uma boa base, fica muito mais simples saber o que vale comentar e o que deve ser ignorado nas redes sociais. A comunicação de uma empresa não pode ser feita por impulso. É importante ter equilíbrio e saber quando reagir e se é preciso responder de imediato a uma acusação ou reclamação.

Postagens de funcionários ou colaboradores em seus perfis particulares podem comprometer a imagem da empresa também. Incluir advertências e orientações dentro da estratégia de negócio pode ser o melhor caminho para evitar a ruína de uma marca e de um colaborador, que pode ser demitido por justa causa por uma postagem errada.

O mundo corporativo sofre do mesmo mal das pessoas físicas quando o assunto é compartilhamento na rede, portanto, determinar uma estratégia de comunicação eficaz pode determinar se uma empresa se tornará vencedora nessa guerra ou se acabará com uma bomba nas mãos.