aboutCOM responde dúvidas de executivos de marketing e comunicação sobre medição de resultados

Editorial aboutCOM

Avaliar resultados em comunicação hoje é tão importante quanto em qualquer outra estratégia de negócios. E ter métricas em comunicação nunca foi tão discutido como agora. O motivo está nas possibilidades de análise que a tecnologia trouxe a um tema que sempre foi subjetivo. O ‘boom’ de algoritmos trouxe também a necessidade de equilibrar os insights trazidos pela análise de dados com a experiência profissional da equipe, a fim de aplicar o conhecimento adquirido com outras estratégias eficazes de comunicação para definir e atingir as métricas de forma inteligente.

O blog aboutCOM coletou dúvidas de executivos de marketing e comunicação sobre o assunto para dialogar neste post e buscar esclarecer como melhor utilizá-las em ações com foco em atingir o público-alvo:

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O que as mudanças no mercado de jornalismo têm para nos dizer sobre o futuro da comunicação?

Editorial aboutCOM

Notícias recentes sobre o futuro de uma das maiores editoras do Brasil, a Editora Abril, geraram uma nova onda de preocupações com relação ao mercado de jornalismo no País. As grandes mudanças servem para refletirmos sobre o que vem depois delas: o que está acontecendo? O que vai ser do jornalismo? O que são novas mídias? Para onde está indo a relação das pessoas com a informação? O que será da comunicação corporativa nesse novo cenário?

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Afinal, vou perder ou não meu emprego de RP para uma máquina?

Por Maria Eugênia Lucci

Uma das maiores vantagens de ser jornalista e trabalhar com assessoria de imprensa na área de tecnologia é poder acompanhar a evolução e as discussões sobre esse universo tão vasto e que está se expandindo como nunca antes. É particularmente prazeroso poder dedicar alguns momentos do meu dia para ler notícias e artigos sobre IoT, Big Data, Blockchain, Transformação Digital, Cidades Inteligentes, entre outros assuntos que, pouco a pouco, passam a fazer parte da nossa vida. Há um deles que tenho acompanhado com mais atenção, por se tratar de uma tecnologia que pode transformar para sempre a forma como trabalhamos: a Inteligência Artificial.

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Qual imagem sua empresa está deixando na internet?

Editorial aboutCOM

Você já digitou o nome da sua empresa no Google hoje? Caso não, faça isso antes mesmo de seguir lendo esse post e veja se o conteúdo que encontra lhe satisfaz. Esteja ele nos seus próprios canais, nas redes sociais ou nas notícias que saem na imprensa. Feito isso (e, principalmente, se você não ficou feliz com o que viu), reflita sobre a imagem que sua companhia anda deixando na internet. A primeira coisa que você precisa saber é que o que você viu é diferente do resultado de buscas que outras pessoas terão em seus computadores. Isso torna a situação ainda mais complexa e delicada (dependendo das histórias que andam sendo compartilhadas sobre seu negócio).

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O tal H2H no universo B2B

por Flavia Sobral (publicado originalmente no AdNews)

A H2H ou Human to Human é a nova expressão da vez do universo da comunicação. Prova disso, é que vemos cada vez mais empresas dando mais foco em divulgar suas causas, do que efetivamente, sua marca. Um exemplo disso é o movimento que vimos em Junho, mês da diversidade sexual, e a enxurrada de novos produtos no mercado, e anúncios, coloridos. Uma pesquisa feita pela Hornet/Nielsen, mostrou que as propagandas feitas para o público LGBT+ são até mais efetivas que as demais, já que as pessoas passam a ver aquela determinada marca como ‘inclusiva’.

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Entenda por que o B2B precisa de uma estratégia de comunicação tão humana quanto o B2C

Editorial aboutCOM

A expressão Human to Human (ou H2H) têm se popularizado no Brasil com o objetivo de (re)lembrar o mercado de que quem toma decisões de compra, consumo e negócios são pessoas, mesmo que representando uma instituição – seja ela B2C ou B2B. O que isso significa? Que o acontece hoje é que boa parte da população não se vê identificada por campanhas ou comunicações com as quais são impactadas e isso interfere na sua decisão de compra, uma vez que a mensagem ou o formato que chega até elas não condiz com seus valores ou visão de mundo. Em outras palavras: não dialoga com o seu jeito de ser.

Voltando no tempo, em 1920, Edward Bernays, sobrinho de Freud e pai das relações públicas nos Estados Unidos, tornou-se o mestre da empatia no ambiente corporativo ao entender que a maneira mais eficaz de aproximar um potencial público de uma marca é investigar a fundo suas emoções e desejos. Suas campanhas eram sempre baseadas em harmonizar o propósito de marcas com vontades expressas (ou ainda não) de seus stakeholders por meio de um mergulho em seus modos de ser e agir. Por esse fator histórico, já é possível perceber que o humano sempre foi a matéria-prima de toda estratégia de comunicação e relacionamento.

A segmentação de públicos, targets, mercado e toda a tecnologia envolvida nesse processo é muito importante para as estratégias, mas a proximidade e o conhecimento do comportamento das pessoas e da experiência que buscam precisam ser considerados com o mesmo peso dos dados no momento da definição de campanhas de marketing, comunicação e vendas. A partir desse contexto, desenvolver boas narrativas nunca foi tão importante para gerar valor em uma conversa.

Como uma empresa de tecnologia pode gerar valor e conexão?

O episódio Hang the DJ, da série Black Mirror, mostra os protagonistas com um app que promete calcular, com antecedência, as chances de afinidade e atração por uma pessoa, diminuindo o risco da rejeição. A tecnologia aqui parece como uma aliada para combater um dos maiores medos do ser humano, mas, olhando por outro lado, nesse formato impossibilita as pessoas de experienciar a própria vida, que é o que acontece com os personagens e causa sua revolta. Nesse contexto, a tecnologia diminui consideravelmente o desenvolvimento da sensibilidade humana para a criação de relações e o livre arbítrio de se construir seu próprio caminho e o torna refém de probabilidades.

Em 2017, ganhamos um bom exemplo de como a tecnologia pode influenciar o dia a dia das pessoas. Por meio de inteligência artificial, a gigante da tecnologia IBM resolveu mostrar ao público em geral o potencial de uma de suas soluções ao criar o projeto “A Voz da Arte” e utilizar o Watson para interagir com os visitantes conversando, sobre as obras expostas na Pinacoteca de São Paulo. O sistema cognitivo da IBM foi alimentado com informações sobre autores, curiosidades, histórias, entre outras, para que o público pudesse questioná-lo sobre quadros e esculturas presentes no local, tornando a visita mais interessante e acessível para todos.

Repare como essa ação da IBM conciliou seu propósito com o interesse das pessoas. Tornou seu negócio mais tangível para milhares de visitantes que estiveram ali e que esse ativo responde às estratégias de comunicação, marketing e negócios porque traduz seu modo de pensar e agir de forma acessível para todos. Diretamente, aproxima mais gente do seu negócio e, para o mercado B2B, ganha mais visibilidade e conexão com seu decisor de compra, que vê em projetos como esse seus valores pessoais representados. Seu jeito de enxergar o mundo, indo além de dados, conectando com seus interesses como ser humano.

Outro case interessante é o da Orange Business Services, que possui uma plataforma de comunicação integrada para navios. Ela conecta frotas no mar aos escritórios em solo. Além de todo o apoio dado ao negócio, como aumento da eficiência da frota e redução de custos, melhora a experiência das equipes embarcadas, pois possibilita que tenham banda larga e consigam manter a comunicação com seus familiares e amigos, mesmo passando dias (para alguns, meses) no mar. Num mundo em que não existe mais comunicação interna ou externa e colaboradores são o espelho da sua marca para o mercado (como está a avaliação da sua empresa na Love Mondays?), se preocupar com as relações que constrói com ele, significa entender suas necessidades também quando está sem o crachá.

Lawrence Chung Koo, Professor Doutor e Pesquisador em Inteligência Artificial na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, disse uma vez que “toda robótica é baseada no que o homem fazia”, mas se tem uma coisa que talvez ela não consiga fazer é construir essa tal relação H2H da qual tanto se fala hoje.

Hitachi Vantara gera leads de negócios com o serviço de monitoramento de mídia inteligente da aboutCOM

Editorial aboutCOM

Já está mais do que provado que o monitoramento de mídia de uma empresa e de seus concorrentes é fundamental para direcionar os negócios e adequar a comunicação com o público-alvo. Mas como ir além dos serviços de clipping tradicionais para gerar mais leads de negócios?

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Projetos pontuais X Projetos recorrentes de comunicação: qual caminho seguir?

Editorial aboutCOM

É fato que uma estratégia de disseminação de conteúdo bem-feita amplia a visibilidade de uma empresa junto ao seu público-alvo. Mas, para ter resultados eficientes, tanto na mídia quanto no mercado, é fundamental ter um plano de comunicação recorrente e de longo prazo. Dificilmente, um trabalho de comunicação apenas pontual trará o resultado esperado.

Um projeto recorrente feito em conjunto com uma consultoria de comunicação auxilia na geração de um relacionamento de qualidade da empresa com a mídia, e consequentemente, inserções de notícias espontâneas (em revistas, sites e blogs). Nesse contexto, é possível fazer uma análise aprofundada da companhia para entender quais são os assuntos que podem gerar notícias e como tratá-los nos diferentes veículos de comunicação e suas editorias.

Muita gente não entende muito bem como os projetos de comunicação funcionam e acredita que uma ação de divulgação pontual pode ser suficiente para engajar a audiência. “Num job ou num projeto pontual é impossível construir um relacionamento com o público de interesse e, o mais importante, esse modelo não estabelece uma estratégia de divulgação dos conteúdos”, comenta Flávia Sobral, CEO da agência de comunicação aboutCOM.

Para encontrar a forma correta de divulgar as notícias de uma empresa é preciso definir os melhores canais de comunicação com o público-alvo e desenvolver um relacionamento de fidelização a longo prazo. Nesse contexto, entram em cena trabalhos de pesquisa de mercado para oferecer conteúdos direcionados e atrair um maior número de interessados – toda a estratégia deve ser desenvolvida de acordo com as necessidades de cada canal de comunicação, tanto para o mercado, quanto para a imprensa. É preciso mapear os temas que estão em destaque e montar um perfil direcionado para cada mídia ou mercado, com uma linguagem impactante e atrativa.

Numa estratégia de comunicação recorrente é possível ainda reconhecer boas oportunidades para divulgar a empresa – em projetos pontuais, isso fica em segundo plano.

Enfim, projetos de comunicação recorrentes permitem estabelecer uma imagem de longo prazo de uma companhia com o seu mercado. Esse tipo de trabalho também é bem mais interessante do ponto de vista financeiro, já que as mensalidades são mais atrativas. “Uma divulgação pontual tem um custo maior do que um fee recorrente. Isso porque cada vez que uma empresa quer divulgar algum conteúdo é preciso envolver uma equipe maior e gastar muito mais tempo para entender o seu negócio, o contexto da notícia, entre outras ações”, finaliza Flavia.

O passo a passo para um folow up estratégico

por Natália Diogo

Os jornalistas hoje recebem uma quantidade quase infinita de e-mails por dia. Faça o teste: quando estiver em contato com um colega de redação, pergunte a ele a média de press releases que entra em sua caixa diariamente – provavelmente ele responderá que a quantidade ultrapassa 200 ou 300 títulos.

Ainda devemos considerar que caixas de e-mail lotam quando o profissional passa alguns dias ausente, remetentes vão para o lixo eletrônico. E, entre tantas informações, simplesmente alguns textos não geram aquele interesse esperado. Por isso tudo, o contato telefônico é fundamental.

Abaixo, separamos alguns conselhos para um follow up estratégico, que ajudará a construir um relacionamento efetivo com as redações.

Ofereça o conteúdo certo

Follow up bem feito é valorizado pelo jornalista, e a hora certa de fazer esse contato é quando temos entrevistas exclusivas, dados em primeira mão, artigos enviados apenas para aquela publicação ou mesmo press releases gerais, mas que caem como uma luva para aquele determinado veículo. Jornalistas percebem quando um conteúdo fraco foi enviado massivamente para um extenso mailing e não recebem bem follow ups sobre estes temas.

Entenda do assunto

Durante um follow up, o mais importante é ser direto, informar dados consistentes e que façam o jornalista antever o resultado daquele material quando publicado. O contato por telefone é uma forma de selecionar os dados mais importantes de uma pauta e direcionar a atenção do jornalista para eles.

Estar seguro das informações que está passando e saber explicar o negócio do cliente de forma plena, são maneiras de impressionar e prender a atenção do jornalista naqueles poucos minutos que ele tem à disposição. Não vale só perguntar se recebeu o texto.

Entenda do veículo

Conhecer bem a mídia antes de ligar é uma boa maneira emplacar uma pauta. Dessa forma, o assessor pode direcionar o conteúdo para a editoria correta e fazer com que o material esteja com a pessoa adequada.

A pauta deve ser de real importância para o veículo, não adianta tentar forçar um tema que não se adequa, o jornalista pode até sugerir ao editor, mas não passará por seu crivo e desgastará o nome do assessor internamente.

Informe-se

Se não souber se a pauta é exatamente o foco do veículo, antes de enviar pesquise, peça a opinião dos colegas mais experientes na assessoria, em último caso, vale até perguntar ao jornalista. Eles são bastante receptivos à pergunta “o que te interessa mais receber?”

Horário para ligar

Não se deve ter medo de falar com a redação, mas também deve-se ter bom senso. Não adianta, por exemplo, ligar em um jornal diário de grande circulação às 5h da tarde, pois os jornalistas não estarão disponíveis ou atenderão acreditando que você está com a pauta mais quente do mundo em mãos, o que pode não ser o caso. Isso decepcionará o seu contato e ele provavelmente estará menos apto a te ouvir nas próximas vezes.

Uma dica é perguntar ao jornalista se ele está ocupado no início da ligação e qual o melhor horário para te atender. Alguns geradores de mailing também possuem uma coluna nas planilhas de Excel com “período de fechamento”, ajudando a saber quando não telefonar.

Crie um relacionamento

Seja simpático, não pareça um robô ou um funcionário de telemarketing ao ligar. As pessoas apreciam educação. Ao mesmo tempo, não demonstre uma intimidade falsa ou inexistente com um jornalista que acabou de conhecer. O ideal é sentir como o profissional age e tentar ser condizente com o comportamento dele.

Não desista

E o mais importante, insista! Muitos profissionais recebem tantos e-mails e ligações que não lembrarão de você no primeiro momento, vale tentar uma segunda ou até terceira ligação. No entanto, também é importante não vencer o profissional pelo cansaço, pois pode gerar entrevistas e reportagens mal aproveitadas. Caso tenha percebido que o jornalista não te deu a real atenção numa segunda ligação, às vezes é hora de mudar de contato.

Sem contar o fato de que a assessoria de imprensa e o profissional se tornarão conhecidos e bem vistos nas principais redações, o follow up efetivo é, principalmente, um importante canal de comunicação das assessorias de imprensa com os jornalistas.

Se o contato for bem feito as chances de uma pauta ter sucesso são muito maiores. Além disso, o contato constante e a construção do relacionamento ajudam a tornar o jornalista fiel a seu cliente, o que irá fazê-lo te procurar sempre que necessário – gerando uma parceria duradoura e de qualidade e, claro, frutos.

Em tempos de compartilhamento exacerbado e rápido, a estratégia de comunicação é a arma mais poderosa

Responder a uma reclamação sem critério e participar de moda da internet podem ser tiros no pé

por Editorial aboutCOM

Nada de tiros, bombas ou tratados. A guerra de hoje é sobre informação, compartilhamento e rapidez. Ganha quem postar mais rápido, independentemente da qualidade do conteúdo. Se está em um show, filma; se viajou, bombardeia seus seguidores com fotos; se terminou um projeto importante, faz um post dizendo que está orgulhoso do seu trabalho; se leu um título interessante de matéria, compartilha com os amigos. Não existe mais a máxima do “dois pesos, duas medidas” em um tempo quem que fatos e factoides se misturam. Compartilha-se pelo simples fato de dividir todas opiniões e acontecimentos, sem avaliar as fontes e a veracidade, tornando-se apenas replicadores de assuntos falsos ou verdadeiros.

Fica evidente a falta de interesse pela qualidade da informação. Passa a ser suficiente informar o mais rápido possível, mesmo que seja um conteúdo raso ou falso, sem o bom senso de questionar sua veracidade. Esse “mal moderno” não assombra somente a sociedade, mas atinge também o mundo corporativo. E é nesse cenário que algumas empresas podem arruinar um trabalho de anos ao compartilhar mensagens falsas, preconceituosas ou vazias, somente para fazer parte de uma onda descolada da internet, de algo que se tornou um assunto comentado nas redes sociais.

É importante entender que a estratégia de comunicação de uma companhia é semelhante ao de um jogo de xadrez, no qual cada movimento deve ser estudado e calculado, pois um erro pode colocar tudo a perder. E, lembre-se: dentro do mundo corporativo derrotas podem ser bem dolorosas.

Nesse contexto é necessário apostar em uma boa estratégia de comunicação, que consiste em saber responder on time questões que valem a pena ser respondidas e compartilhadas e ignorar as que não são, mesmo que sejam fenômeno nas redes sociais. Afinal de contas, se preocupar mais em compartilhar do que na consequência do compartilhamento pode ser uma armadilha, principalmente entre os executivos que trabalham com a imagem e a reputação de empresas.

Entender o tom de voz que a companhia quer adotar, de que forma quer se comunicar, e com quem,  é determinante para definir quais serão as mensagens que poderão ser passadas para os clientes e colaboradores. E tudo isso deve ser planejado com antecedência, independentemente das modas que surgem no mundo digital. Com esse entendimento, fica claro qual onda a empresa pode surfar e quais ela deve evitar, o que minimizará possíveis problemas de comunicação no futuro.

A comunicação requer calma

Quando a  estratégia de comunicação conta com as ferramentas certas e uma boa base, fica muito mais simples saber o que vale comentar e o que deve ser ignorado nas redes sociais. A comunicação de uma empresa não pode ser feita por impulso. É importante ter equilíbrio e saber quando reagir e se é preciso responder de imediato a uma acusação ou reclamação.

Postagens de funcionários ou colaboradores em seus perfis particulares podem comprometer a imagem da empresa também. Incluir advertências e orientações dentro da estratégia de negócio pode ser o melhor caminho para evitar a ruína de uma marca e de um colaborador, que pode ser demitido por justa causa por uma postagem errada.

O mundo corporativo sofre do mesmo mal das pessoas físicas quando o assunto é compartilhamento na rede, portanto, determinar uma estratégia de comunicação eficaz pode determinar se uma empresa se tornará vencedora nessa guerra ou se acabará com uma bomba nas mãos.