3 razões para que empresas de tecnologia B2B invistam em posicionamento executivo

No mundo da tecnologia, em que os executivos seniores estão sempre muito ocupados, sua função como porta-voz para o mercado, importante para seu networking e desenvolvimento, acaba negligenciada com frequência. O posicionamento executivo, ou o CEO Positioning, como também é reconhecida a atividade, é deve ser parte integrante do plano de mídia e relações públicas estratégicas de empresas que desejam ter seu lugar diante da avalanche de informação que este mercado produz.

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Hitachi Vantara gera leads de negócios com o serviço de monitoramento de mídia inteligente da aboutCOM

Editorial aboutCOM

Já está mais do que provado que o monitoramento de mídia de uma empresa e de seus concorrentes é fundamental para direcionar os negócios e adequar a comunicação com o público-alvo. Mas como ir além dos serviços de clipping tradicionais para gerar mais leads de negócios?

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5 sinais de que sua comunicação B2B está muito B2C

Uma estratégia bem-sucedida envolve a escolha dos veículos de mídia certos e o uso de uma linguagem adequada ao público-alvo

Ao contratar uma assessoria de imprensa, as empresas desejam, principalmente, aparecer na mídia, consolidar sua marca e se tornar referência em um determinado assunto, com o objetivo, claro, de gerar mais negócios. No caso de relações B2B – Business to Business, ou empresas que vendem para outras empresas -, a estratégia de comunicação é totalmente diferente à de companhias que focam o consumidor final – B2C, ou Business to Consumer.

No setor de tecnologia – assunto de conhecimento geral e que hoje faz parte do dia a dia de muitas pessoas – há uma percepção de que tudo relacionado a esse universo interessa a todos os veículos. E é justamente aí que começa o erro: se a ideia é estimular os negócios, é preciso impactar o público o adequado. Veja, a seguir, alguns sinais de que sua comunicação B2B está mais para B2C do que deveria:

  1. Emplacar pautas em veículos voltados para o consumidor final

Não adianta nada fazer uma estratégia B2B se a exposição ocorrer em veículos voltados para o consumidor final. É fundamental, portanto, entender as particularidades da marca, analisar o público-alvo, entendendo quais mídias ele acessa e a melhor forma de alcançá-lo.

  1. Se restringir ao mailing de tecnologia

Se estamos falando de uma empresa B2B que oferece soluções de tecnologia, devo focar apenas em veículos dessa área? Não. Uma estratégia completa de comunicação B2B deve alcançar todas as verticais e setores que possam usar a solução vendida pelo cliente. Para isso, existe uma gama de veículos que podem ser atingidos, que nem sempre cobrem apenas tecnologia mas que podem falar de uma tendência para um determinado setor. Um exemplo: revistas setoriais, como de óleo e gás podem ser uma importante mídia para falar sobre uma nova solução voltada para navios em alto mar.

  1. Dar mais atenção ao produto

Em uma comunicação B2C, os executivos da empresa não precisam ser mais conhecidos do que as características do produto. Já para uma estratégia B2B, existe uma preocupação maior em compartilhar conhecimento e promover os porta-vozes da empresa. Para isso, é preciso fazer um trabalho junto ao diretor de vendas, especialista técnico e demais executivos, mostrando que a marca vai muito além de uma simples solução ou produto.

  1. Estar presente em redes sociais de massa

Construir uma estratégia em uma rede social voltada ao consumidor final – e que muitas vezes é destinada a um momento de distração e lazer – nem sempre é uma boa alternativa para uma comunicação B2B, mesmo que lá esteja a maior audiência. Por isso, é importante estar presente e trabalhar a imagem dos porta-vozes em uma rede como Linkedin – mais voltada ao negócio e relações profissionais.

  1. Adotar uma linguagem inadequada

Esse é um trabalho entre o marketing e o assessor. Quando falamos de empresas B2C, há uma linguagem mais informal e focada no produto.  No caso da comunicação B2B, a voz deve ser mais formal e focada nos resultados trazidos pela solução, experiência de retorno sobre investimento, economia e demais vantagens. Por isso, apenas “vender” um produto não é suficiente, mas sim mostrar o real valor agregado.

E então, sua comunicação B2B está muito B2C?

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Ampliando os horizontes da comunicação B2B: está na hora de diversificar o seu mailing!
A tecnologia pode substituir o trabalho do assessor de imprensa?
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Imagem: Depositphotos

Ampliando os horizontes da comunicação B2B: está na hora de diversificar o seu mailing!

Por Flavia Sobral

Já é uma prática muito comum no universo de quem faz assessoria para produto, diversificar o mailing. Isso quer dizer, por exemplo, que o lançamento de um celular pode (e deve) ser trabalho no mailing de tecnologia, mas também no de consumo, tendências, moda (e por que não se o design é atraente?) e muitos outros. Mas no mercado B2B (empresas que vendem para empresas), apesar de representar um grande diferencial, ainda não é uma prática muito comum.

Uma das primeiras atividades que fazemos quando temos um novo cliente de assessoria de imprensa é uma reunião de briefing. Esse momento serve não só para uma imersão no cliente, mas para já pensarmos em possíveis pautas a trabalhar, e, por que não, quais são os veículos que teriam interesse em falar delas. O erro comum está nesta fase, se considerarmos apenas o negócio principal do cliente, e não necessariamente de que setor são os clientes do nosso cliente.

Aqui na aboutCOM, por exemplo, 80% dos nossos clientes são das áreas de TI e Telecom, B2B. Isso quer dizer que se não ampliarmos as nossas estratégias de comunicação para além dos veículos que cobrem esses setores, falaremos sempre com o mesmo público e as mesmas pessoas – e nosso cliente vai sair sempre nos mesmos meios.

Vale comentar que o papel do assessor de imprensa não é só fazer de tudo para o cliente sair na mídia, mas fazer com que ele saia nos veículos que atinjam o seu público de negócios. Ou seja, diversificar é fundamental!

Estamos vendo muito sucesso em estratégias que incluem meios de comunicação que cobrem verticais (setores) para os quais nossos clientes vendem suas soluções. E como tecnologia hoje é fundamental para a sobrevivência de um negócio, por que não ver uma história sobre ela em veículo de agronegócios, indústria, logística, automóveis e tantos outros?!

Volto ao meu incansável discurso: para comunicar, e fazer direito, é preciso estratégia. E para montar uma estratégia de comunicação eficiente, é preciso ir além, pensar além e, com certeza, diversificar a voz.

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