1, 2, feijão com arroz – e uma pitadinha de temperos exóticos

Sempre falamos que ‘fazer o básico’ direito é fundamental na estratégia de um cliente. Mas, em tempos de espaços tão disputados, também é necessário ir além

Editoral aboutCOM

A escolha de uma agência de comunicação pode ser um processo complexo para muitas empresas – é preciso olhar com cuidado para a experiência das agências e suas respectivas equipes, para o contato com a mídia e com o setor em que atuam e para as ideias que são apresentadas como o diferencial de cada uma. Sempre dizemos por aqui que ‘cada panela tem sua tampa’ e existe sim a melhor agência para atender cada tipo de conta.

O básico, o feijão com arroz, tem que ser levado em consideração. Seu atendimento tem que saber divulgar um release (selecionar o melhor veículo, escrever da melhor forma), ‘vender’ uma pauta, fazer um follow up inteligente. Mas o ‘ir além’ também é imprescindível. Fazer reuniões para troca de ideias, dar tempo para a criatividade aflorar, fazer brainstorming. Esses dois lados, quando bem executados, levam ao sucesso uma parceria de comunicação e fazem dela algo realmente eficaz.

Vale lembrar que o equilíbrio é muito importante – é fundamental fazer o básico direito e emplacar ideias inovadoras. Ninguém sobrevive só de inovação e soluções mirabolantes e o trabalho do dia a dia ajuda bastante a melhorar o relacionamento da sua empresa com a mídia.

about being aboutCOM #4: Alinhado com a estratégia, sempre. Engessado, nunca

Por editorial aboutCOM

Na quarta parte de uma série de vídeos, Flavia Sobral Faccioni fala sobre os planos de comunicação em multinacionais

Contar com uma estratégia de comunicação é importante para o sucesso dos negócios, mas há alguns desafios quando se fala de companhias multinacionais. Um deles, é que muitas vezes a estratégia vem top-down (de cima para baixo), ou seja, as informações devem ser usadas da maneira que foram estruturadas na sede da companhia, com releases apenas para serem traduzidos.

Porém, o plano de relações públicas que funciona nos Estados Unidos, por exemplo, não necessariamente vai surtir o mesmo resultado no Brasil. “A estratégia vem top-down, mas quem tem o conhecimento é quem está no local que a informação vai ser divulgada”, explica Flavia Sobral Faccioni, fundadora da aboutCOM. Segundo ela, é essencial que a equipe local tenha a liberdade de analisar o que funciona ou não e, se precisar, mudar o plano. “Tudo tem de ser conversado em comunicação. Tudo tem de ser alinhado com o cliente”, completa.

Não perca, nos próximos meses, os dois últimos vídeos da série.

Saiba mais:
about being aboutCOM #3: os tão esperados KPIs
about being aboutCOM #2: informação não é diferencial
about being aboutCOM #1: como tudo começou