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Três anos de aboutCOM

Por Flavia Sobral Faccioni

Sou de uma época em que o movimento empreendedor estava começando no Brasil. Lembro-me de diversos momentos em que falávamos que as startups eram clientes potenciais.

Sou de uma época em que não se sabia justificar ao certo porque as empresas que lidam com clientes corporativos tinham que estar nas redes sociais – o Facebook já era a maior, mas não tinha um público tão definido como hoje.

Sou de uma época em que já eram necessárias mudanças drásticas na forma como a comunicação era vista nas companhias – a mídia já estava em mutação e o peso dos blogs como canais de informação já estava crescendo.

Não faz tanto tempo assim.

Meus amigos ditaram os meus caminhos – posso dizer que muitos, senão todos os meus clientes, surgiram por indicação de um e de outro.

Logo no primeiro ano, descobri o mundo – fiz parte de projetos com o Reino Unido, Espanha, Itália, Inglaterra, Singapura (!); mas, percebi rápido que sou mesmo latino-americana e comecei a trabalhar com argentinos, colombianos, mexicanos, chilenos, costa-riquenhos, uruguaios. Da terra do Tio Sam, também vieram muitos de meus clientes – empresas que queriam ganhar mais visibilidade para os seus negócios no Brasil. E hoje, meu trabalho é global: para chinês, francês, inglês e, claro, para brasileiro ver.

Como uma criança aos 3 anos de idade, agora estou cada vez mais autônoma e sociável. Minha identidade já está formada e já não dependo mais de um só nome para sobreviver.

Dos clientes, foram ao menos 30; dos funcionários, 15; dos parceiros, 5; e inúmeros amigos.

Me fiz assim: apoiada no conceito de comunicação como propósito, trabalhando com ferramentas digitais, analógicas ou relacionais para aqueles que acreditaram e ainda acreditam nos meus profissionais.

Alguns ainda pensam que existe em mim um ponto (afinal, porque não ‘.com’ se estamos na era digital), mas não. Por aqui, somos sobre comunicação, sobre relacionamentos, somos sem ponto, somos aboutCOM.

Saiba mais:
about being aboutCOM #1: como tudo começou
Assessoria de imprensa: quando e como contratar
Quanto vale uma estratégia de comunicação?

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